O Dedezão é muito palha. Pensa em muito mais coisa, mas só bebe cerveja. Mesmo assim, é meu preferido (e pode ser até mentira, mas quando ele fala bom dos meus textos, me sinto vários por cento mais válida).
E por falar em preferido, ando preferindo o Jamesson. Ele tem o método de engravidamento poético mais complicado que eu já vi (acho que foi o primeiro, mas até o Wilton concordou que era complicado).
E por falar em Wilton (muito mais válida quando ele disse que veio aqui no meu freio), ótimo dando clima de casa de luz vermelha de quarenta watts com Zezé di Camargo (que ficou na minha cabeça ainda por horas, mesmo com a polêmica da escolha dos clipes).
E por falar em clipes, precisarei de muita ajuda se outras duas coisas de que eu gosto ou já gostei muito parecerem tão toscas quando a Beyoncé sem som e com a barriga tão cheia quanto ontem (a Flavinha que me perdoe).
E por falar em cheia, as pessoas se embriagam de bebidas alcoólicas(vide meus heros, o Mateus incluso), eu me embebedo de comidas. Muita.
E por ter falado em Flavinha, uma das minhas pessoas prediletas, que me dá um moral sempre que eu necessito, ou peço, ou dá na idéia dela.
E por falar em idéia, na saída da Roda ontem a Ana Maria me abordou com a mesma pergunta que fez pro Vandré. De onde você tira sua inspiração. O Vandré disse que tem medo de quem tem insigth. E quem tinha dito isso era o Wesley. Eu disse que era o Dedezão. E quem tinha dito isso era a Lei.
mas hoje, passando roupa, com um sentimento de miséria e vazio, soube que é ele próprio que me inspira; e expira cada vez mais vazia. muito palha.

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