Talvez a única forma de melhorar minha literatura seja mesmo o serviço público.

Porque não vai ser suor. Preguiçosa demais. Desde que fui convidada para os Diversos e Afins ainda não revi meus escritos, nem pensei em fazer novos. Ali ao lado, no quarto do Fernandão, uma cabeceira de coisas Cult e dignas de leitura, dois livros do Wesley, um Paz na Terra entre os Leones, até um Quixote vermelho, mas eu fico aqui com o Naruto.

Também não vai ser baseada na minha vida porra louquíssima até os ossos. Acho que vou continuar chatamente distante de sexo e drogas (sobre Rock and Roll até surge um certo interesse na frente do Metallica e do Led, bem louder and faster, mas não tão louder pra mim, por favor. Mas na real, mesmo, eu gosto é do Guns.) para o resto de toda a minha vida, que talvez seja longa e igual.

E está difícil ser salva pelo serviço público.

Agorinha mesmo misturou aqui em mim um desespero de cólica menstrual, com uma forte contração intestinal (Sim, Goiânia estimula minha peristalse mais do que eu gostaria. Dever ser muita comida.) com uma agonia de ver no fórum (aquele fórum de concurseiros profissionais que fazem rank de notas preliminares e discutem suas redações.) umas redações que eu mal tive coragem e paciência pra ler.

A mim, pareceram sofríveis. E os comentários dos profissionais freqüentadores do fórum sempre positivos.

Oh, meu bom Deus, livrai todas as almas da diarréia e ajudai-me a não me achar demais. Afastai de mim todas as janelas altas e coloridas, mas garanti-me um pacote de absorvente todo mês. Amém.

Ia terminar por isso mesmo, mas ainda não parou de doer. Não, não, não!NÃO!

Não quero mais pensar que vou continuar dura e enganada por causa de uma redação que eu teoricamente estaria praparada para escrever.

Muito melhor pensar que a minha pontuação na prova objetiva não vai dar nem pra correção (o que é quase inverdade, mas pesa menos no coração).

Inferno de gente que eu sou! Sofrendo agora por coisa que sempre considerei desprezível.

Afogada na água do vaso sanitário